sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Notícias de João Pessoa
Oi, tem alguém aí?
To em João Pessoa-Pb, ensaiando com Gean Ramos, artista e amigo querido de Jatobá, índio da tribo dos pankararus, uma figura que só vendo. Talentoso que só.
Essa tribo, apesar da forte miscigenação e da perca de alguns costumes, mantém-se viva através da valorização e manutenção de festejos e rituais, pelos mais velhos e também mais novos.
O mais incrível é que apesar de, na maioria das vezes, nem terem mais a aparencia indígena e de serem executivos, professores, músicos, caminhoneiros, de serem loiros, morenos, negros, enfim, de não fazerem jus aos esteriótipos criados em torno dessas figuras até mitológicas; os valores indígenas, de respeito ao ser humano, a todo ser vivo, da simplicidade, não material, mas no entendimento da vida e seus mecanismos de funcionamento, estão fortemente presentes em pelo menos todos o que até agora conhecí oriundos dessa tribo, que fica no interior de Pernambuco.
Ao longo dos anos os índios foram migrando pra outras regiões do sudeste, nordeste, e nessa história acabei me batendo com Gean e consequentemente com os seus familiares.
Bom, o que estamos ensaiando aqui já é uma outra questão.
Vamos embarcar em Novembro num cruzeiro, onde tocaremos por 3 meses em forma de quarteto. Piano, bateria (Denis), baixo (Patrick) e Voz e Violão (Gean.)
Estou a umas duas semana aqui em Jampa e na correria acabei não tendo tempo pra escrever no Blog, mas sempre que der volto aqui pra contar mais novidades. Pra completar, to acessando em lan house e o relógio não para de olhar pra mim marcando 1 real, 2 reais, 3 reais...eita, tenho que sair!
P.S.: Desculpe-me pelos erros gramaticais e tal e coisa e coisa e tal, na correria vou publicar sem revisão mesmo!
Xau!
Osculos e Amplexos!
Ei,
Saudade!!!!
To em João Pessoa-Pb, ensaiando com Gean Ramos, artista e amigo querido de Jatobá, índio da tribo dos pankararus, uma figura que só vendo. Talentoso que só.
Essa tribo, apesar da forte miscigenação e da perca de alguns costumes, mantém-se viva através da valorização e manutenção de festejos e rituais, pelos mais velhos e também mais novos.
O mais incrível é que apesar de, na maioria das vezes, nem terem mais a aparencia indígena e de serem executivos, professores, músicos, caminhoneiros, de serem loiros, morenos, negros, enfim, de não fazerem jus aos esteriótipos criados em torno dessas figuras até mitológicas; os valores indígenas, de respeito ao ser humano, a todo ser vivo, da simplicidade, não material, mas no entendimento da vida e seus mecanismos de funcionamento, estão fortemente presentes em pelo menos todos o que até agora conhecí oriundos dessa tribo, que fica no interior de Pernambuco.
Ao longo dos anos os índios foram migrando pra outras regiões do sudeste, nordeste, e nessa história acabei me batendo com Gean e consequentemente com os seus familiares.
Bom, o que estamos ensaiando aqui já é uma outra questão.
Vamos embarcar em Novembro num cruzeiro, onde tocaremos por 3 meses em forma de quarteto. Piano, bateria (Denis), baixo (Patrick) e Voz e Violão (Gean.)
Estou a umas duas semana aqui em Jampa e na correria acabei não tendo tempo pra escrever no Blog, mas sempre que der volto aqui pra contar mais novidades. Pra completar, to acessando em lan house e o relógio não para de olhar pra mim marcando 1 real, 2 reais, 3 reais...eita, tenho que sair!
P.S.: Desculpe-me pelos erros gramaticais e tal e coisa e coisa e tal, na correria vou publicar sem revisão mesmo!
Xau!
Osculos e Amplexos!
Ei,
Saudade!!!!
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