quinta-feira, 28 de junho de 2007

quarta-feira, 20 de junho de 2007

terça-feira, 19 de junho de 2007

Palavra Cantada - Eu

Eles estão na estrada há 10 anos, fazendo música infantil de qualidade para gerações de crianças que poderão ter o gostinho de cantá-la com seus filhos e netos daqui a muitos outros anos. Educadores e pais de todo o Brasil conhecem bem os sucessos "Sopa", "Ora Bolas", "Rato", "Pindorama", e muitos outros que fizeram e fazem a infância de seus alunos e filhos. Sandra Peres e Paulo Tatit formaram a dupla Palavra Cantada quase por acaso, ao constatarem a falta de boa música infantil no mercado brasileiro. Acabaram fundando um selo de mesmo nome, que já conta com 16 títulos, entre próprios e de outros artistas. Quatro de seus primeiros trabalhos ganharam o prêmio Sharp de melhor disco infantil.

Pipoca - Palavra Cantada

mawaca kali

O MAWACA é um grupo que pesquisa e recria a música das mais diversificadas etnias do globo buscando conexões com a música brasileira. Formado por sete cantoras que interpretam canções em mais de dez línguas (línguas indígenas brasileiras, espanhol, búlgaro, finlandês, japonês, húngaro, swahili, grego, árabe, hebraico, ioruba e português), o Mawaca revela no seu nome a essência do seu trabalho. Segundo a etnia hausa do norte da Nigéria os 'mawaka' (cantores-xamãs) recorrem ao poder mágico da palavra cantada para atrair o poder dos espíritos.

Além das sete cantoras o Mawaca é formado por um grupo instrumental acústico que apresenta uma multiplicidade de timbres; acordeom, violoncello, flauta, violino e sax soprano, baixo, além dos instrumentos de percussão como as tablas indianas, derbak árabe, djembés africanos, berimbau, vibrafone, pandeirões do Maranhão e marimba.

Samba de Véio

Num sei o que, num sei que lá, num sei mais o que
e blá blá blá blá.
Bulhufas.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Enquanto isso, no lustre do castelo....

O deputado Vic Pires Franco (DEM-PA) apresentou hoje, na CPI do Apagão Aéreo da Câmara, requerimento de convocação da ministra do Turismo, Marta Suplicy. Ontem a ministra recomendou que os brasileiros que enfrentam a crise aérea deveriam 'relaxar e gozar'. "O que ela disse foi um desrespeito", afirmou o deputado. Ele disse, em tom de ironia, que quer que a ministra compareça à CPI para explicar que medidas ela está adotando para que recomende esse comportamento.
As declarações da ministra geraram polêmica na sessão de hoje da CPI da Câmara. O deputado Wanderlei Macris (PSDB-SP) defendeu que a comissão faça uma manifestação de repúdio à declaração da ministra. Rapidamente o deputado petista, Carlos Zaratini (SP) reagiu: "Não é o caso de fazer luta política. A ministra já se desculpou publicamente. Ao contrário do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que chamou os aposentados de vagabundos e nunca se desculpou".

Do Site: http://br.noticias.yahoo.com/s/14062007/25/politica-deputado-pede-convoca-marta-cpi-apagao.html


Essa porcaria de CPI do apagão tá me saindo uma bela duma novela de quinta categoria.
Não sei o que é pior, a falta de bom senso da ministra Suplicy pra falar essa bobagem em meio a uma assunto tão sério ou o falso moralismo féladaputa desses políticos dando uma de ofendidos.
Vão tudo pra puta que os pariu!!!
Se sentiu ofendido? Vai lá fazer côro com os deputados!
Fico pensando nos familiares das vítimas do terrível acidente que gerou toda essa discurção.
Ah, tinha até esquecido...lembram que logo depois começou uma onda de gente sendo atingida por bala perdida, ficando paraplégica, perdendo a vida, sendo arrastada pendurada no cinto de segurança do carro, sendo queimada viva presa dentro do carro...
Ué, porque ninguém fala disso?
Porque o teatrinho deles age no sentido de tirar o foco do que realmente é importante nisso tudo. Vão ganhando tempo, deixando as coisas por fazer, pra serem eleitos novamente com a promeça de que vão concluir o que não tiveram tempo de acabar.
Aí vem o Lula dizer pros brasileiros que parem de falar mal do seu país...!
Puta que pariu de novo!

sábado, 9 de junho de 2007

Estrada do Canindé (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira)

Artomove lá nem sabe se é home ou se é muié
Quem é rico anda em burrico
Quem é pobre anda a pé
Mas o pobre vê nas estrada
O orvaio beijando as flô
Vê de perto o galo campina
Que quando canta muda de cor
Vai moiando os pés no riacho
Que água fresca, nosso Senhor
Vai oiando coisa a grané
Coisas qui, pra mode vê
O cristão tem que andá a pé
Ai, ai, que bom
Que bom, que bom que é
Uma estrada e uma cabocla
Cum a gente andando a pé
Ai, ai, que bom
Que bom, que bom que é
Uma estrada e a lua branca
No sertão de Canindé

sexta-feira, 8 de junho de 2007


Sinto saudade do interior,
da terra seca do sertão,
do meu rio São Francisco banhando a terra, meus olhos e minha alma,
de chupar tamarindo com sal e só de lembrar encher a boca d'água,
de comer carne seca com farinha, buchada, bejú, mungunzá, baião-de-dois, surubim assado na brasa e depois um licor de umbú pra adoçar a boca.
Saudade do bom dia aos velhinhos na calçada,
dos sapos coachando na porta, na fria madrugada,
saudade do que sou,
e o que sou é só saudade.

Zabé da Loca


Ao longe descortina-se a bucólica paisagem esculpida em rocha bruta. Os cactos formando pastos nas poucas manchas de solo apertadas entre os rochedos gigantescas e multiformes. Algumas dessas pedras gigantescas, de traços figurativos, parecem balançar ao vento, curvando-se ameaçadoramente sobre o teto das toscas casas. Morando sob um desses imensos monolitos, a maestrina e tocadora de pífano Isabel da Loca, participante do Fórum Mundial Cultural, e do alto de seu metro e cinquenta e oitenta anos, é ilustre convidada para apresentar sua arte em eventos musicais da Europa. Na mesa dessa extraordinária figura humana, apenas meio pacote de fubá e um jerimum ainda verde, para toda a família: Isabel, o filho e os netos. É assim que o Brasil incentiva a cultura.

Com filhos e netos, Isabel vive numa loca (gruta), onde come dorme e toca o instrumento de sopro.

Na entrada da toca um pequeno e magro cachorro de olhar perdido, mal abre os olhos diante dos visitantes, os turistas sertanejos.

Zabé da Loca, como é conhecida, tem 73 anos dedicados à arte musical. O irmão lhe ensinou a tocar pífano aos sete anos, em Buíque, sua terra natal, no estado de Pernambuco. Recentemente, Isabel gravou um CD, com cantorias que fazem parte do acervo folclórico regional, onde toca e canta acompanhada dos músicos da Serra da Matarina, no Município de Prata, nos Cariris Paraibanos. O canto de Zabé é mais um sussurrro, daqueles que vivem entrincheirados vendo a vida passar lá fora, e os de fora pouco se importando com os que estão alí dentro, da rocha.

É isso mesmo, Isabel parece ter vivido tempos geológicos na idade da pedra. Foram necessários dezenas de anos para que o talento de Zabé fosse reconhecido.


Ó de casa, ó de fora

Maria vai vê quem é,

Maria vai vê quem é...

É os cantadô de rei

É os cantadô de rei

Quem mandô foi São José

Quem mandô foi São José.


Além do Bendito São José, Isabé e Banda registraram no CD verdadeiras pérolas do canto popular, como a Briga do Cachorro com a onça, Pifada na loca, Alvorada de todos os santos, Meu loro dê cá o pé, e outros.

"Imersa no mundo animal, bem melhor que o dos homens, entre cobras e lagartos"


Texto: Giovanni Seabra

segunda-feira, 4 de junho de 2007


Boca de forno?

Forno!

Jacarandá?

Já!

Se eu mandar?

Vou!

E se não for?

Bolo!

Manin, Manin mandou dizer... que todo mundo saia pedalando agora nas suas biciletas em direção às nuvens!

Go looking for flying saucers in the sky


Agora é a vez da Grã-Bretanha. Em seguida, começará a cascata de países com a mesma política: a abertura dos arquivos secretos de OVNIS. O primeiro país a fazer isso foi a França, que em março começou a abrir seus arquivos contendo fotos, relatos de pilotos, gravações, verdadeiros relatórios completos sobre essas aparições.
Segundo publicou hoje o jornal inglês The Guardian, o Ministério da Defesa em Londres planeja abrir os arquivos do país que detalham todas as aparições de OVNIS na Grã-Bretanha. Esses relatórios teriam inÍcio em 1967 e não tem data exata para serem abertos, mas alguns funcionários do Ministério dizem que será em poucas semanas. Uma das aparições foi em Rendlesham Forest, no condado de Suffolk, no verão de 1980, quando um grupo de pessoas avistou um OVNI na forma de um prato redondo.
Ainda, segundo o jornal, esses documentos foram compilados por uma pequena unidade secreta do governo, pertencente aos serviços de Inteligência denominados DI55. O governo desclassificará de seus arquivos secretos 24 documentos, cada um deles contém entre 200 e 300 testemunhos de pessoas que afirmam ter visto objetos voadores não identificados, como também memorandos do Ministério e correspondência militar.
(Lucazz)

sábado, 2 de junho de 2007

Cuitelinho

Folclore recolhido por Paulo Vanzolini e Antônio Xandó)

Cheguei na beira do porto
Onde as onda se espaia
As garça dá meia volta
E senta na beira da praia
E o cuitelinho não gosta
Que o botão de rosa caia, ai, ai
Ai quando eu vim
da minha terra
Despedi da parentáia
Eu entrei no Mato Grosso
Dei em terras paraguaia
Lá tinha revolução
Enfrentei fortes batáia, ai, ai
A tua saudade corta
Como aço de naváia
O coração fica aflito
Bate uma, a outra faia
E os óio se enche d'água
Que até a vista se atrapáia, ai...

Gereba, Nana Vasconcelos, Armandinho, Carlinhos Brown

Encontro de Gereba , Carlinhos Brown, Nana Vasconcelos e Armandinho. Vale pelo registro desse momento especial da nossa música brasileira.
Cantando Rosa Morena de Dorival Caymmi.
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