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sábado, 29 de setembro de 2007
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Nessa terça-feria fui ao Teatro Santa Isabel aqui em Recife, um dos teatros mais lindos que eu já conhecí.
Fui ao projeto "Concertos ao Pôr do Sol", uma das maravilhosas iniciativas da prefeitura do Recife.
Aliás, se tem uma coisa da qual não podemos reclamar aqui na capital pernambucana é do acesso à cultura. Manifestações de rua, como a terça-negra no pátio de São Pedro ou apresentações nos vários teatros da cidade, tudo Free ou a baixíssimo custo.
Essa semana, por exemplo, presenciei uma das coisas mais belas desde que cheguei a Recife.
A Orquestra Sinfônica do Recife, regida por um maestro argentino (que vou ficar devendo o nome) e tendo como solista ao acordeon Lucy, executando temas de Astor Piazzola, impressionante!
Lucyane, a acordeonista e cantora do grupo Clã Brasil, esse que está acima e abaixo do texto, além de excelente acordeonista é também bandolinista, baixista, pianista...são os que eu lembro agora.
Próximo mês tem mais Orquestra e "de grátis"!
Mas certas oportunidades, acontecem apenas uma vez na vida,
Minha amiga Lucy tocando Piazzola com a OSR no Teatro Santa Isabel...como diz meu amigo Paulo, "Que Maravilha!" Não sei se isso se repetirá um dia, e se acontecer novamente, não será o mesmo rio, porque essas águas já rolaram. Mas eu me banhei nesse rio na terça-feira.
É como por exemplo o Clã Brasil tocando com o Mestre Sivuca ou com Marinês, são acontecimentos extraordinários, que marcam a vida não só de quem está tocando, mas também de quem presencia.
Fui ao projeto "Concertos ao Pôr do Sol", uma das maravilhosas iniciativas da prefeitura do Recife.
Aliás, se tem uma coisa da qual não podemos reclamar aqui na capital pernambucana é do acesso à cultura. Manifestações de rua, como a terça-negra no pátio de São Pedro ou apresentações nos vários teatros da cidade, tudo Free ou a baixíssimo custo.
Essa semana, por exemplo, presenciei uma das coisas mais belas desde que cheguei a Recife.
A Orquestra Sinfônica do Recife, regida por um maestro argentino (que vou ficar devendo o nome) e tendo como solista ao acordeon Lucy, executando temas de Astor Piazzola, impressionante!
Lucyane, a acordeonista e cantora do grupo Clã Brasil, esse que está acima e abaixo do texto, além de excelente acordeonista é também bandolinista, baixista, pianista...são os que eu lembro agora.
Próximo mês tem mais Orquestra e "de grátis"!
Mas certas oportunidades, acontecem apenas uma vez na vida,
Minha amiga Lucy tocando Piazzola com a OSR no Teatro Santa Isabel...como diz meu amigo Paulo, "Que Maravilha!" Não sei se isso se repetirá um dia, e se acontecer novamente, não será o mesmo rio, porque essas águas já rolaram. Mas eu me banhei nesse rio na terça-feira.
É como por exemplo o Clã Brasil tocando com o Mestre Sivuca ou com Marinês, são acontecimentos extraordinários, que marcam a vida não só de quem está tocando, mas também de quem presencia.
sábado, 22 de setembro de 2007
Saraivadas de Felicidade (ZE MANOEL)
Eu caminhei pela vida,
Muitas vezes eu parei.
Parado, o mundo girava
E o meu caminho retomei.
Sou sertanejo, sou forte
E o mundo é o meu rincão.
Parado no ponto não fico mais não!
Vê, já passou mais um trem...
Tenho que te contar,
Nessas voltas e voltas que o mundo dá,
Descobri, tenho um trem,
Só faltava embarcar
E agora tem mais,
Eu só ando de trem!
Subi no alto da serra
Pra ver o luar do sertão,
Entrei num túnel de versos
De Catulo da Paixão.
No cais do porto,
Capiba me mostrou aonde chegar.
O meu horizonte é o tamanho do mar!
Descobri com a razão
Que é preciso sonhar,
Mas não vale uma vida sem realizar.
E não basta sofrer,
Também tem que aprender.
E não basta chorar,
Sem se fortalecer!
Ê, Maria fumaça de sonho, Ô iaiá
Sacoleja nos trilhos do mundo, Ô iaiá
Ôi, Levanta poeira de estrada, Ô iaiá
Sairavadas de felicidade no ar!
Muitas vezes eu parei.
Parado, o mundo girava
E o meu caminho retomei.
Sou sertanejo, sou forte
E o mundo é o meu rincão.
Parado no ponto não fico mais não!
Vê, já passou mais um trem...
Tenho que te contar,
Nessas voltas e voltas que o mundo dá,
Descobri, tenho um trem,
Só faltava embarcar
E agora tem mais,
Eu só ando de trem!
Subi no alto da serra
Pra ver o luar do sertão,
Entrei num túnel de versos
De Catulo da Paixão.
No cais do porto,
Capiba me mostrou aonde chegar.
O meu horizonte é o tamanho do mar!
Descobri com a razão
Que é preciso sonhar,
Mas não vale uma vida sem realizar.
E não basta sofrer,
Também tem que aprender.
E não basta chorar,
Sem se fortalecer!
Ê, Maria fumaça de sonho, Ô iaiá
Sacoleja nos trilhos do mundo, Ô iaiá
Ôi, Levanta poeira de estrada, Ô iaiá
Sairavadas de felicidade no ar!
Resumão

Tô aqui, quem falou que eu tava desaparecido?
Cheguei de viagem. E que viagem!
Em frente ao computador, ouvindo Chico Cesar e tomando uma cervejinha pra controlar a pressão arterial (ouví falar que é um santo remédio), vou tentar resumir a minha viagem a Petrolina, claro, sem citar datas, que esse não é o meu forte.
Participei do Festival de Música Geraldo Azevedo.
Lá reencontrei tanta gente querida...vixe...nem sei como falar dessas pessoas, então pula.
A grande surpresa, quero dizer re-surpresa foi Kereto, baiano arretado de bom, depois de tanto tempo sem me impressionar com algo novo, me peguei hipnotizado pela forma de composição e interpretação dessa figura.
Foi tão boa a experiência desse ano, diferente de todos os outros festivais, foi tipo...uma Saraivada de felicidade.
Tenho ainda forte várias sensações e emoções referentes ao festival, mas prefiro não entrar em detalhes.
Reunir toda a minha família foi outra coisa maravilhosa, hum....almoços, sobremesas, tortas de chocolate, morango, abacaxí...eita como é bom ter irmãs boleiras! Meus sobrinhos, Lucas, Ana Laura e Maria Vitória, tava com tanta saudade de todos.
Muita gente acabei não visitando, o tempo voou.
Enfim...eu sei que pulei várias coisas que aconteceram, mas sou ruim mesmo de contar novidades.
Se eu lembrar, volto aqui pra contar.
Bjos a todos os amigo(a)s querido(a)s e até a próxima, se Deus quiser!
domingo, 9 de setembro de 2007
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
ESTUDO SOBRE A TONGA DA MIRONGA DO KABULETÊ
Na composição, os autores, Vinícius de Morais e Toquinho, informam, sem que seja comprovado, que a expressão seria uma espécie de xingamento em língua nagô.
Tonga, segundo o Dicionário Aurélio, pode ser uma palavra angolana para "terra a ser lavrada" ou "lavoura". É, ainda samtomensismo depreciativo, a designar descendentes de lusos, ou de serviçais, nascidos nas ilhas.
Já mironga seria, no candomblé e na macumba, "feitiço, sortilégio, bruxedo".
Cabuleté, no mesmo léxico, é "Indivíduo reles, desprezível, vagabundo".
Considerando tais acepções, tais vocábulos poderiam assim significar algo como: "A filha do feitiço feito pelo vagabundo"
A despeito de sua aparente significação estrangeira, a expressão serve-se de vocábulos constantes da língua portuguesa, falada no Brasil.
Lançada nos anos 70 pela dupla, foi um de seus maiores sucessos, cantada ainda pelo cantor Monsueto, sendo, durante aqueles anos, uma expressão de uso bastante popular, à qual não se emprestava nenhum significado particular.
Entretanto, constitui-se numa "expressão sem sentido, mas com sentido poético dado pelo poema musicado".
Segundo Toquinho, a expressão teria sido criado por ele e Vinícius em substituição a um verso vetado pela censura, então vigente sobre as produções intelectuais e artísticas no Brasil, sob a ditadura militar. (Wikipédia)
Agora você já pode mandar alguém pra Tonga da Mironga do Kabuletê sabendo realmente pra onde tá mandando o cristão.
Tonga, segundo o Dicionário Aurélio, pode ser uma palavra angolana para "terra a ser lavrada" ou "lavoura". É, ainda samtomensismo depreciativo, a designar descendentes de lusos, ou de serviçais, nascidos nas ilhas.
Já mironga seria, no candomblé e na macumba, "feitiço, sortilégio, bruxedo".
Cabuleté, no mesmo léxico, é "Indivíduo reles, desprezível, vagabundo".
Considerando tais acepções, tais vocábulos poderiam assim significar algo como: "A filha do feitiço feito pelo vagabundo"
A despeito de sua aparente significação estrangeira, a expressão serve-se de vocábulos constantes da língua portuguesa, falada no Brasil.
Lançada nos anos 70 pela dupla, foi um de seus maiores sucessos, cantada ainda pelo cantor Monsueto, sendo, durante aqueles anos, uma expressão de uso bastante popular, à qual não se emprestava nenhum significado particular.
Entretanto, constitui-se numa "expressão sem sentido, mas com sentido poético dado pelo poema musicado".
Segundo Toquinho, a expressão teria sido criado por ele e Vinícius em substituição a um verso vetado pela censura, então vigente sobre as produções intelectuais e artísticas no Brasil, sob a ditadura militar. (Wikipédia)
Agora você já pode mandar alguém pra Tonga da Mironga do Kabuletê sabendo realmente pra onde tá mandando o cristão.
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Paolo Russo - O que é que a Itália tem?
Berço de compositores fantásticos como Verdi, Pucinni e Rossini, isso em se tratando apenas de música erudita, além do nosso saudoso Pavarotti, cantor que popularizou a ópera em todo o mundo, através do seu talento e simpatia tão grandes quanto a sua própria figura, a Itália continua presenteando o mundo com artistas maravilhosos.Paolo Russo é um grande compositor, bandeonista, pianista, nascido em Pescara na Itália.
O mais interessante é que é um Italiano tocando Tango. Muito bom!
Luciano Pavarotti nos deixa, aos 71 anos de idade.
Nessun Dorma - da Ópera Turandot de Giacomo Puccini
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